Neste período do ano a actividade empresarial é menor e o blogue ressente-se. Também por cá se notam os efeitos costumeiros do mês de Agosto. Em gozo de férias, os profissionais do franchising foram surpreendidos pelos números da economia. O ligeiro crescimento do Produto Interno Bruto no último trimestre serviu para o governo anunciar que Portugal está no caminho da recuperação económica. Outros, mais cépticos, não acreditam que assim tão breve se possa arrancar a economia portuguesa das malhas da recessão. Os derradeiros meses de 2009 serão fundamentais para avaliar o real estado das coisas. Até agora, no panorama nacional do franchising, algumas redes desapareceram e outras mingaram. Mas também existem as que sobreviveram com fôlego, dando prova da fortaleza dos seus conceitos, e ainda as novas redes, nascidas nos últimos meses e que em certos casos têm demonmstrado uma capacidade notável de expansão. Ou seja, o franchising pode estar em mutação, mas será precipitado dizer-se que está em crise.  

Na verdade, os negócios em franchising (como seria de esperar) têm revelado uma taxa de sucesso bem superior aos negócios independentes. Em 2010, o cenário do franchising — redes, principais actores, conceitos — pode sofrer ainda mais alterações. É a altura certa para inovar, apresentar novos negócios, conseguir a diferenciação e criar um novo modelo de franchising.