Blogue do Franchising

Oportunidades, Inovação e Crescimento

Arquivo de Novembro de 2009

Franchising poderá chegar à bolsa

O NYSE Alternext, mercado bolsista das pequenas e médias empresas (PME), está prestes a receber as primeiras companhias portuguesas. Uma das que pretendem juntar-se às cotadas é a Onebiz, grupo que actua na área do franchising. Ente as várias marcas detidas pelo grupo, encontram-se a Exchange, Accive, Fiducial, Elevus, Morangos e Sensil.

A Onebiz facturou 12,5 milhões de euros em 2008, registando um EBITDA da ordem de um milhão de euros, contando com 80 colaboradores directos, 400 franchisados e 90 mil clientes nos 20 países onde opera.

O NYSE Alternext, mercado lançado em Maio de 2005 e que conta actualmente com uma capitalização bolsista de 4 mil milhões de euros, foi criado satisfazer s necessidades das PME que procuram acesso simplificado ao mercado de acções e conta com requisitos de admissão específicos,
aém de regras de negociação adequadas às necessidades destas empresas.

A exclusividade do “broker”

Poderá um consultor ou “broker” de franchising prestar serviços de expansão a duas marcas do mesmo sector?

Os meus amigos Josan Garcia e Alberto Lázaro debatem o assunto aqui, aproveitando as oportunidades concedidas pelas novas tecnologias. Neste caso, a nova ferramenta informática Wetoku, ainda em fase beta.

Franchise Show começa amanhã

Começa amanhã no Pavilhão 1 da Exponor (Matosinhos – Porto) o Franchise Show. A 12ª edição desta feira conta com a presença de algumas dezenas de marcas franchisadoras. Os visitantes podem amanhã e no domingo contactar com as várias marcas, recolher informação diversificada e assistir a conferências sobre diversos temas relacionados com franchising. Ver mais informação aqui.

Ouro em franchising

Ao longo dos tempos o ouro tem sido uma reserva de valor, sobretudo nas épocas em que as divisas de referência ficam sob pressão. A última crise financeira internacional veio mostrar que as poupanças aplicadas em fundos de investimento ou hedge funds podem desaparecer de um dia para o outro sem deixar rasto. É por tudo isto que o ouro volta a ter grande procura e está em franca valorização nos mercados internacionais. Enquanto a acção de uma empresa é um simples papel que vale apenas por aquilo que representa, o ouro vale por si mesmo. Mas há mais. É hoje pacificamente aceite que a indústria do ouro não vai conseguir responder de imediato à forte procura verificada. Esta elevada procura provém de países como a China e a Índia. Prevê-se que a China se torne o maior consumidor mundial de ouro para quantidades à volta das 600-700 toneladas/ano.

O ouro constitui também um metal cada vez mais utilizado fora das suas aplicações tradicionais. Para além de peças de joalharia, o ouro é hoje requerido para electrónica, informática, comunicações, aeronáutica, etc. Ou seja, o desenvolvimento do mundo moderno vai exigir o consumo de quantidades crescentes do metal. Isto numa altura em que a produção mineira se acha em derrapagem, devido ao encerramento de várias minas na África do Sul, China e Austrália.

Quem tiver investido em ouro, conseguiu só desde 1 de Janeiro deste ano umas mais-valias potenciais de quase 20%. Como é óbvio, um negócio deste jaez e com perspectivas tão animadoras não podia escapar durante muito tempo ao universo do franchising. Em Portugal, a Ourinvest propõe a abertura de um negócio de compra e venda de ouro com um investimento inicial de 20.000 € + IVA. Aos seus franchisados, a marca assegura formação inicial, apoio permanente e um sistema testado para vingar nesta actividade.

Trema - Especialistas en Franchising
FRAN - A ferramenta do Director de Expansão

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