O franchising é uma fórmula empresarial bem sucedida. Entendemos até que a actual conjuntura irá beneficiar este modelo de negócio, por duas razões principais.  Por um lado, várias pessoas vêem-se hoje forçadas a criar o seu próprio emprego. Por outro, o franchising apresenta menores riscos face aos negócios independentes. Apesar disso, como qualquer negócio, não está isento de riscos, verificando-se que fracassam alguns franchisados e por vezes fracassam mesmo redes inteiras.

Como bem nota o Josan García no seu blogue, o panorama dos eventos de franchising está cheio de conferências e debates sobre os “grandes êxitos” e exemplos de triunfo, mas não oferece grandes pistas para se perceber o que pode correr mal. Estamos convencidos de que a partilha e conhecimento desses fracassos ajudaria ao desenvolvimento do próprio franchising enquanto modelo de negócio cada vez mais bem estruturado e completo.

É natural que as pessoas não gostem de contar desgraças. Todavia, conhecer essas experiências menos positivas seria fundamental. Actualmente as supostas “boas práticas” explicam-se sem um termo de comparação com essas “más práticas” de que ninguém fala.

Neste blogue iremos abordar, em continuação a este texto, alguns dos erros que franchisados e redes cometem, e que os levam ao fracasso.