Oportunidades, Inovação e Crescimento
14 Abr 2011
As redes sociais são hoje uma ferramenta indispensável na gestão de qualquer empresa de franchising. O problema é que a maior parte das marcas não sabe tirar partido destes novos instrumentos, que exigem um método próprio e aplicações informáticas específicas. Ter uma página de Facebook só por ter, e alimentá-la da mesma forma que se alimenta a nossa página pessoal, não vale a pena.
Uma empresa espanhola parceira da Trema acaba de apresentar o portal www.tuapli.com , onde dá conta dos serviços que presta nesta área do marketing em crescimento. Entre outras soluções, oferece aplicações (apps) específicas que permitem o incremento de tráfego na página e o aumento de mensagens nos murais. Tais soluções passam, por exemplo, pela organização de concursos ou passatempos a partir das páginas do Facebook, despertando interesse e provocando a adesão dos “fãs” e dos “amigos dos fãs”. É o caso da franquia de restauração Cambalache ou do próprio clube de futebol Celta de Vigo, que estão a retirar vantagens deste serviço. Só este último conseguiu, com um único passatempo com apostas, gerar milhares de novos fãs e mais de 170 000 mensagens no seu mural de Facebook.
A mesma empresa dispõe de uma nova ferramenta, Fidealix, que visa criar Clubes de Clientes para as marcas de franchising, agregando e fidelizando à marcas os clientes a partir das redes sociais. Hoje já não basta enviar e-mails ou até e-newsletters, por mais bem apresentadas que sejam. A fidelização dos clientes exige ferramentas mais desenvolvidas.
Todos estes serviços e ferramentas podem ser adaptados em Portugal, através da Trema.
3 Jan 2011
A elaboração de um Plano de Marketing, nesta era em que estamos cada vez mais conectados on line, é bem diferente de épocas anteriores. Merece pois leitura atenta o texto de Alberto Lázaro no seu blogue Sobre Franquicias. Twitter tem mais de 100 milhões de utilizadores e o Facebook já deve ter ultrapassado os 600 milhões. Além disso, sabemos que hoje os investidores e consumidores informam-se na Internet antes de contratar ou comprar: procuram na rede notícias sobre a empresa ou o produto pretendido, recolhem recomendações de amigos e até de desconhecidos, etc.
Quer tudo isto dizer que o esforço de marketing tradicional, focado em meios clássicos para captar público, deve ser alterado ou pelo menos conjugado com as novas formas de comunicar. Até porque esse espaço tradicional de captação está hipersaturado.
Hoje, quando o consumidor elege uma marca é porque provavelmente pesquisou sobre ela, visitou o site (e os da concorrência), e leu ainda as opiniões on line sobre a mesma. As marcas precisam de uma política de comunicação profissional e atenta. Não podem repetir o erro recente da Ensitel, proprietária de uma rede de lojas de telecomunicações, que permitiu que o diferendo com uma cliente insatisfeita resvalasse para as redes sociais, onde a marca tem sido enxovalhada. Foi mesmo criada pelos consumidores em fúria a página de Facebook Nunca mais compro nada na Ensitel, que em poucos dias agregou 7 000 “amigos” (and counting).
É verdade que hoje uma marca pode ser destruída ou pelo menos ver a sua reputação seriamente abalada na Internet. Mas também é verdade que pode ganhar com a sua presença nas redes sociais. Com a estratégia de marketing correcta, as marcas dispõem aí de um canal assaz importante para conquistar ou fidelizar clientes. Têm a oportunidade de conseguir que os internautas falem da marca, dos seus produtos ou serviços, ao seus amigos, influenciando assim um conjunto alargado de possíveis consumidores. Um utilizador de Facebook, por exemplo, tem em média 160 amigos. Isto produz um efeito viral. Se a marca comunicar directamente com 500 pessoas, pode conseguir só por efeito desta rede social que a mensagem chegue a cerca de 100 000 pessoas.
Porém, para que esta “fidelização” seja eficaz e rentável é preciso trabalhar as redes sociais de maneira profissional. Não há lugar para amadorismos ou “experimentações”. A própria linguagem recomendável tem características próprias. Se não houver uma política coerente e bem definida a sustentar a presença, mais vale que a marca não apareça nas redes sociais.
11 Mar 2009
Ainda sobre a importância das novas formas de comunicação, proponho hoje que façam o teste MarcaPop. O MarcaPop faz pesquisas no sistema Technorati e nos resultados de imagens do Google Images. Permite medir a popularidade de uma marca nos blogues e comparar o peso relativo de duas marcas. O resultado possibilita saber qual das duas é mais famosa na blogosfera e quantas referências cada uma deles obtém. Já experimentou comparar a sua marca com a do seu concorrente mais directo?
7 Jan 2009
Branding e Franchising seriam dois palavrões há alguns anos… Pois fixem bem o B de Branding, ele será cada vez mais importante. Hoje Branding é uma oportunidade
para as marcas de franchising fazerem a diferença numa época de crise. O Branding é o trabalho de construção da marca junto ao mercado. O seu fim é criar uma imagem que será reconhecida por todo o mercado de forma a que o produto/serviço daquela marca transmita confiança ao consumidor. As acções de Branding podem ser arquitectadas através do brand equity. A Teoria do Brand Equity foi desenvolvida por David C. Aaker que é um dos principais autores sobre esta matéria. A ideia é saber como interagir entre a marca e o seu público, impondo a cultura, visão e valores de uma empresa. Diz-se muitas vezes que o segredo é a alma do negócio. Verdadeiramente, a marca é que é a alma do negócio, sobretudo em franchising, um “activo” fundamental da empresa , muitas vezes o seu principal activo. Nos tempos que correm a empresa precisa de saber “construir” a sua marca, saber moldá-la, dar-lhe força e carácter. Ela é o “abrigo” sob o qual muitos franchisados vão querer acolher-se.