Oportunidades, Inovação e Crescimento
19 Jan 2012
O franchising é uma fórmula empresarial bem sucedida. Entendemos até que a actual conjuntura irá beneficiar este modelo de negócio, por duas razões principais. Por um lado, várias pessoas vêem-se hoje forçadas a criar o seu próprio emprego. Por outro, o franchising apresenta menores riscos face aos negócios independentes. Apesar disso, como qualquer negócio, não está isento de riscos, verificando-se que fracassam alguns franchisados e por vezes fracassam mesmo redes inteiras.
Como bem nota o Josan García no seu blogue, o panorama dos eventos de franchising está cheio de conferências e debates sobre os “grandes êxitos” e exemplos de triunfo, mas não oferece grandes pistas para se perceber o que pode correr mal. Estamos convencidos de que a partilha e conhecimento desses fracassos ajudaria ao desenvolvimento do próprio franchising enquanto modelo de negócio cada vez mais bem estruturado e completo.
É natural que as pessoas não gostem de contar desgraças. Todavia, conhecer essas experiências menos positivas seria fundamental. Actualmente as supostas “boas práticas” explicam-se sem um termo de comparação com essas “más práticas” de que ninguém fala.
Neste blogue iremos abordar, em continuação a este texto, alguns dos erros que franchisados e redes cometem, e que os levam ao fracasso.
3 Jan 2012
Vamos analisar de forma breve as principais tendências de franchising para o ano que agora começa. Cremos que, tendo em conta a situação económica, vão continuar em alta os negócios de baixo investimento (“low cost”), que em alguns casos podem ser desenvolvidos a partir de casa, sem necessidade de arrendamento de loja ou escritório. É o caso dos conceitos AirQuality ou Jani King, entre outros.
Julgamos também que irá continuar na berra o negócio da compra e venda de ouro, que começou a sua ascensão há dois ou três anos. E também o de mediação de obras, em vista da situação actual do mercado imobiliário. Será, todavia, imperioso que as marcas que actuam neste sector saibam diferenciar-se através da introdução de novos serviços ou por outras vias. Outros negócios há que iniciam agora a sua curva ascendente, com excelentes perspectivas de futuro. É o caso dos negócios de compras colectivas, associados a um portal. Trata-se do conceito de negócio de mais rápido crescimento da História.
É importante também perceber que nos momentos de crise há grandes oportunidades. A questão é saber aproveitá-las. No que diz respeito ao universo do franchising, surgirão decerto novos modelos de negócio, com vista a oferecer soluções inovadoras e adequadas aos problemas de hoje. Como já dissemos aqui noutra altura, é precisamente nestes momentos que costumam surgir modelos diferenciadores e de ruptura, que se expandem com sucesso nos anos seguintes.
De uma modo ou de outro, o franchising permanecerá como uma fórmula privilegiada de criação do próprio emprego.
No que diz respeito à gestão das redes, parece claro que a maioria das marcas terá de começar a alterar em 2012 a sua exposição na Internet, assim como a política de utilização de redes sociais. O consumidor acede cada vez mais por tablets e smartphones. Ora, as marcas precisam de adaptar os seus sites a tais dispositivos, pois quem acede ao site através de um tablet não consegue ver determinados conteúdos, animações Flash, etc.
Por outro lado, prosseguindo uma tendência insuperável, as marcas precisam de estar nas redes sociais, como Facebook e Twitter, que devem ser um canal privilegiado de comunicação com clientes. O problema é que, actualmente, as redes usam tais ferramentas de forma pouco eficaz. Num mercado competitivo e em crise, tais ferramentas – quando bem utilizadas – podem ajudar a comunicar directamente com o cliente e questioná-lo sobre a sua experiência com os produtos e/ou serviços da marca, etc. Isto permite saber a verdade do punho do próprio cliente, assim como receber eventuais reclamações de forma rápida. A Starbucks fá-lo muito bem. As outras marcas terão forçosamente de desenvolver uma estratégia coerente de utilização das redes sociais. Não basta ter uma página de Facebook. É preciso uma política e uma estratégia bem definidas.
2 Jan 2012
A Trema, empresa de consultores de franchising, elaborou um estudo sobre as principais medidas de natureza fiscal decorrentes do Orçamento de Estado para 2012, com implicações no conjunto das empresas, em geral, e nas empresas de franchising, em particular.
O documento foi consagrado na Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro, que aprova o Orçamento do Estado, para entrar em vigor a 1 de Janeiro de 2012.
O estudo da Trema incide sobretudo sobre o Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC), Imposto sobre o Valor acrescentado (IVA), Imposto do Selo, Segurança Social e Lei Geral Tributária. Entre outras medidas de impacto no universo do franchising e das micro-empresas, destacam-se as regras relativas a retenção na fonte sobre royalties devidos por contratos de franchising, a actualização das taxas de retenção na fonte aplicável aos rendimentos de capitais, a eliminação da taxa de IRC de 12,5% aplicável à matéria colectável até 12 500 euros e as alterações às taxas do IVA. No que respeita a este último imposto, a lei orçamental ainda não consagra o prometido regime de caixa, isto é, um regime cujo pagamento ao Estado só tem de ocorrer depois da boa cobrança por parte das empresas: o diploma especifica apenas que, no decurso de 2012, o Governo irá desenvolver os estudos necessários para apresentar uma proposta que introduza esse regime de exigibilidade de caixa no IVA para as micro-empresas.
O estudo pode ser solicitado gratuitamente no Facebook da Trema ou do portal Gofranchising.pt. Solicite-o já!
14 Dez 2011
A vizinha Espanha é um dos mercados de franchising mais activos do continente europeu, existindo várias marcas espanholas que iniciaram já a sua actividade em Portugal.
A franquia dos nossos vizinhos está bem internacionalizada em diversos países. Segundo um estudo divulgado pela consultora espanhola Tormo & Asociados, o franchising espanhol marca presença em 113 países, com um total de 15 194 unidades. As 10 marcas mais internacionais são os Supermercados DIA (3 607 unidades), Mango (1 468), Zara (1 185), Naturhouse (861), MRW (662), No+Vello (647), Telepizza (587), Springfield (465), Bershka (457) e Pull & Bear (394).
Segundo o mesmo estudo, Portugal é o principal mercado de destino do franchising espanhol. No nosso país, estão presentes 97 cadeias espanholas, com um total de 2 494 lojas. As 10 marcas com maior presença em Portugal são: DIA (539 unidades), Halcón Viajes (150), No+Vello (140), Telepizza (118), Naturhouse (95), Almeida Viajes (83), Viajes Iberia-D Viagem (66), Pull & Bear (63), Zara (61) e Mango (61). Nos lugares seguintes, acham-se diversas marcas de diferentes sectores, como a MRW, Vitaldent ou a Pressto.
É de realçar que, com base neste estudo, existem 36 redes espanholas com 20 ou mais unidades em Portugal, o que dá uma ideia da dimensão que o franchising de “nuestros hermanos” assume em Portugal. Os números indicam também a importância que o modelo de franchising pode ter na internacionalização de uma economia.
2 Dez 2011
O crowdfunding é uma nova forma de financiar projectos empresariais. Numa época em que a banca não tem liquidez para financiar a economia, o crowdfunding é um sistema criado para garantir o financiamento de projectos, sobretudo os de baixo investimento.
O processo é simples. O empreendedor divulga em canais próprios a sua ideia de negócio. O objectivo é reunir pequenas contribuições financeiras, de um elevado número de potenciais interessados, de forma a conseguir o financiamento necessário para iniciar o projecto divulgado. É também necessário anunciar junto dos possíveis investidores as contrapartidas pela sua contribuição, que tanto podem ser de natureza monetária, como através de outros de benefícios (por exemplo, a utilização de determinado serviço ou produto, que seja do interesse do investidor).
Esta é a ideia-chave do modelo: juntar um aglomerado de pessoas que, com pequenas contribuições, financiam e acreditam em projectos, recebendo em troca uma vantagem do promotor, que pode ser financeira ou de outro tipo. O crowdfunding funciona assim como uma espécie de três em um. Tem a capacidade de financiar projectos, ajuda na divulgação e promoção dos mesmos e proporciona ao promotor os primeiros clientes e fãs.
Em Portugal já pode submeter o seu projecto através da plataforma Crowdfunding Networks.
11 Nov 2011
O franchising é um modelo de negócio que funciona mesmo em épocas de crise, visto tratar-se de uma fórmula testada para a criação do próprio emprego. Segundo dados divulgados pelo IIF – Instituto de Informação em Franchising, empresa de referência que estuda desde 1996 a evolução do franchising em Portugal, o primeiro semestre de 2011 foi extremamente positivo para o universo do franchising, essencialmente no que diz respeito ao aumento do número de unidades das redes, embora a maioria das marcas tenha registado uma descida generalizada do consumo, o que influenciou o volume de facturação das suas unidades. Cerca de 45% das redes aumentou o seu número de lojas e apenas 32,5% das marcas diminuíram as suas unidades. A prestação de serviços continua a agregar o maior número de conceitos. O sector dos serviços Business to Business (B2B) é o que tem registado maiores índices de crescimento, justificado por haver cada vez mais pequenas e médias empresas (PME) a recorrer ao outsourcing.
O mercado continua a atrair novos empresários que encontram neste modelo de negócio uma opção de investimento e, nos primeiros seis meses do ano, surgiram 24 novos conceitos. Interessante salientar que se mantém a aposta na criação de negócios low cost, uma vez que o nível médio de investimento destes conceitos situa-se nos 22.500 euros.
20 Out 2011
Depois das mais recentes anunciadas medidas de austeridade e das consequentes previsões negativas quanto ao futuro de muitas empresas em Portugal, são cada vez mais as marcas ou empresas que procuram soluções para “fugir à crise”. O GoFranchising foi ao encontro de algumas redes que deram os seus testemunhos de como têm feito para escapar às consequências da actual conjuntura económica.
A Chaviarte é uma rede de franchising com 10 anos de experiência no sector dos serviços de segurança, fabrico de chaves e reparação de calçado. Com mais de 3 dezenas de unidades, a marca analisou recentemente “as novas tendências e as novas condições do país” e decidiu criar a MultiExpress, um conceito low-cost de multiserviços de conveniência, direccionado para concelhos mais pequenos, onde “até agora o elevado investimento era uma barreira intransponível”. A marca, como refere o director-geral António Correia, “flexibilizou ainda o conteúdo das novas unidades Chaviarte e ajustou os valores de investimento às capacidades financeiras dos franchisados”.
Já Alexandre Lourenço, director-geral do grupo BodyConcept, considera que perante esta crise as empresas só têm duas hipóteses: desistir ou lutar. “Na BodyConcept e na DepilConcept apenas se coloca a hipótese de lutar e, consequentemente, sobreviver a esta crise.”, afirma o director que para isso insiste em 9 pontos fundamentais: “Trabalhar mais que nunca; ir atrás do cliente em vez de esperar que ele venha à marca; Diferenciar-se com algo que os clientes realmente valorizem; Não ter endividamento excessivo; Não estar dependente do estado; concorrer aos subsídios de inovação e competitividade do QREN; Aceitar o mercado global; Diversificar o mercado alvo vendendo para o exterior” e por fim “acreditar na qualidade dos serviços e produtos portugueses”. No inicio de 2010 a BodyConcept estava apenas presente em Portugal, em 2011 chegou a mais 5 países e espera nos próximos 6 meses atingir 6 novos mercados.
O mercado imobiliário tem sido dos mais atingidos pela crise, mas a La Forêt readaptou-se e continua a sua expansão. “Para o desenvolvimento da marca temos vindo a apostar num contacto directo com operadores que actuam de forma independente no mercado; Para os nossos franqueados, trabalhamos diariamente em novas soluções para dinamizar o seu negócio e para os consumidores, que continuam a ter o sonho de se tornarem proprietários, oferecemos a competitividade do nosso stock de imóveis.”, refere Vítor de Araujo, o Manager Master Franchise, da imobiliária genuinamente francesa.
No conjunto de marcas que estão sediadas no mercado há algum tempo, a Jani-King, líder mundial de limpezas, aparece com um conceito de investimento muito reduzido. É por isso que Isabel Monteiro, Master da marca para Portugal, acredita que “é nestas situações que a Jani-King tem uma forte vantagem”. O franchisador fornece os clientes ao franchisado, “o que torna este negócio seguro e sem riscos para o investidor”, afirma.
Também mundialmente conhecida mas na área da saúde oral, a VitalDent sob a voz de Rute Courela, directora-geral da marca, acredita que “o facto de funcionar em rede, sobre uma marca multinacional, especializada em serviços de saúde oral, assegura, controla e facilita várias áreas para quem pretende abrir um negócio independente”.
Sob o slogan “Poupar é Possível”, a MyCenter surgiu recentemente em Portugal pela mão de Carmen Diniz-Fragoso, e é especialista em serviços de poupança, um negócio que se crê adequado às necessidades do mercado actual. A marca contorna a crise oferecendo “uma ampla oferta de produtos e serviços com a intenção de poder melhorar o orçamento das famílias” com soluções para as mais diversas áreas, desde a factura de energia às telecomunicações.
Escritórios virtuais, centros de negócios, serviços de secretariado… são palavras cada vez mais comuns no meio português. Recentemente surgiram várias redes de franchising disponibilizando estes serviços a empresas, com o intuito de reduzir os custos mensais fixos a que muitas estão sujeitas, sem necessidade. Desta forma, A Sua Secretária, acredita que o seu conceito “é a solução rápida e eficaz” para as empresas fugirem à crise. Tânia Pinto, a CEO da marca, tem por hábito afirmar que “nada é por acaso. Num momento de dificuldade surge a oportunidade.”
As dificuldades têm servido, precisamente, para as empresas procurarem oportunidades. No caso do franchising têm vencido aquelas que se procuram readaptar à nova economia, não só no seu leque de serviços, mas também na revisão de investimentos e na criação de novos apoios a investidores. Contudo os resultados e a previsão no sector têm sido positivos. O franchising já corresponde a 3.1% do PIB português, movimenta mais de 5 milhões de euros por ano e emprega mais de 60 mil pessoas.
7 Jul 2011
O Brasil é um dos mercados mais maduros no âmbito do franchising. Nos últimos tempos, devido ao crescimento da economia brasileira, este modelo de negócio tem-se desenvolvido bastante. Só em 2010 surgiram mais de 280 novas redes franchisadoras no país. Ou seja, num único ano, o Brasil produziu quase tantas redes de franchising como o total das marcas portuguesas que operam sob esta fórmula.
Podemos falar numa verdadeira febre do franchising. As revistas e publicações especializadas dão conta de verdadeiros casos de estudo: pequenos empresários que, a partir de uma primeira loja própria, erguerem em poucos anos uma vasta rede de unidades franchisadas por todo o território brasileiro.
É o caso da Prepara, que oferece cursos profissionalizantes. Começou a sua expansão em franchising em 2004 e hoje tem cerca de 350 lojas (sendo 328 franchisadas) em 23 estados do país. As receitas alcançaram quase 120 milhões de reais no ano passado (53 milhões de euros), 35% mais do que em 2009. Os recursos para financiar o crescimento não vieram de sócios, investidores ou empréstimos bancários, mas sim das centenas de empreendedores que se quiseram associar à marca e que hoje são donos de uma ou mais unidades — cada um deles suportou um investimento inicial, incluindo direitos de entrada, de 80 000 reais (35 mil euros).
“Como eu não tinha capitais próprios suficientes para investir, decidi criar uma rede para dividir os custos do crescimento com os franchisados”, afirma Rogério Gabriel, fundador e presidente da Prepara.
Rogério Gabriel é um entre muitos empresários que, no Brasil, optam pela mesma via. O modelo do franchising está na moda. Nos últimos três anos, surgiram quase 1 000 novas redes no país. O sector é gigantesco, fazendo do Brasil o quinto maior mercado do mundo em receitas e o segundo em número de empresas.
Os números, de facto, impressionam. É como se, a cada dia útil, pelo menos um empreendedor decidisse franchisar a sua marca. As perspectivas são animadoras: a economia brasileira continua a crescer, existindo no país uma classe média em grande crescimento. Para além disso, o Brasil tem uma população de cerca de 200 milhões de pessoas, distribuídas por 27 capitais e 5635 cidades. E, por fim, a cereja no topo do bolo: o país vai organizar o campeonato do Mundo de Futebol, em 2014, e os Jogos Olímpicos, em 2016.
Trata-se de um mercado com grande potencial para as marcas portuguesas, até por motivos de afinidade cultural e linguística. É imperioso, contudo, que os franchisadores lusos façam o trabalho de casa. Precisam de estudar o mercado e os concorrentes, as especificidades brasileiras e descobrir os melhores modelos para entrar nesse vastíssimo país.
12 Abr 2011
Os conceitos de negócio em regime de franchising estão a ultrapassar com êxito a presente conjuntura económica. De acordo com o 16.º Censo do Franchising 2010, realizado pelo Instituto de Informação em Franchising (IIF), o volume de negócios das empresas que actuam neste regime registou um aumento de 8,5 por cento em 2010, em comparação com o ano de 2009. O número total de pessoas empregadas por estas empresas foi de 73 143 (cerca de 1,5 por cento do emprego em Portugal), o que corresponde a um aumento de 3 600 trabalhadores em comparação com 2009. No total, há 570 marcas a operar, mais oito por cento do que em 2009.
Ainda segundo o estudo, mais de 50 por cento das marcas que surgiram no mercado em 2010 propõem negócios de baixo investimento, até 25 mil euros, devido às dificuldades sentidas a nível do financiamento bancário.
O volume de negócios em 2008 foi de 5029 milhões de euros e, no ano seguinte, de 5044 milhões de euros. A evolução positiva de 2010 espelha a maturidade do formato, cada vez mais utilizado pelos empresários não só para reduzir o investimento necessário à expansão do negócio, mas também como “fórmula de auto-emprego”.
11 Jan 2011
O negócio de compra e venda de ouro tem crescido a nível mundial, impulsionado pela valorização do metal e atracção de investidores que fogem da volatilidade bolsista. Agora é a cadeia inglesa de supermercados Tesco que oferece aos seus clientes um serviço de compra de ouro. O novo serviço funcionava já desde o passado mês de Novembro em algumas lojas-piloto e através do website www.tescogoldexchange.com.
Para negociar as peças usadas, os clientes devem ser maiores de idade e possuir uma conta bancária no Reino Unido, na qual recebem por transferência o montante correspondente aos objectos negociados.
A Tesco está presente em mais de 10 países, com uma rede de 2 000 supermercados, sendo uma das maiores empresas mundiais de comércio e distribuição.
A evolução positiva do metal precioso nos mercados internacionais tem originado o aparecimento de redes de franchising dedicadas à compra, venda e avaliação de ouro. Em Portugal, existem mais de 200 lojas a operar sob a fórmula de franchising, distribuídas por 5 redes nacionais.