Oportunidades, Inovação e Crescimento
20 Jan 2011
A 5.ª edição dos Prémios de Franchising vai decorrer este ano, estando a divulgação dos vencedores e entrega de prémios marcada para 13 de Maio, em Lisboa. A iniciativa, da responsabilidade da revista Negócios & Franchising, aposta este ano no incentivo ao empreendedorismo através de uma nova categoria: Start-up.
As empresas franchisadoras podem candidatar-se até 4 de Fevereiro. O evento premiará as 10 melhores marcas em franchising no apoio à rede de franchisados, as redes nacionais que operam internacionalmente, bem como os conceitos de negócio que se distinguem pela inovação e ainda os projectos de responsabilidade social liderados por franchisadores. Os Prémios de Franchising distinguem também a melhor estratégia de Internet e, a partir desta edição, as melhores empresas start-up.
Os candidatos têm de constar na base de dados do IIF – Instituto de Informação em Franchising. Para se inscreverem devem solicitar junto da organização o formulário de candidatura ou preenchê-lo online em www.premiosdefranchising.com.
11 Jan 2011
O negócio de compra e venda de ouro tem crescido a nível mundial, impulsionado pela valorização do metal e atracção de investidores que fogem da volatilidade bolsista. Agora é a cadeia inglesa de supermercados Tesco que oferece aos seus clientes um serviço de compra de ouro. O novo serviço funcionava já desde o passado mês de Novembro em algumas lojas-piloto e através do website www.tescogoldexchange.com.
Para negociar as peças usadas, os clientes devem ser maiores de idade e possuir uma conta bancária no Reino Unido, na qual recebem por transferência o montante correspondente aos objectos negociados.
A Tesco está presente em mais de 10 países, com uma rede de 2 000 supermercados, sendo uma das maiores empresas mundiais de comércio e distribuição.
A evolução positiva do metal precioso nos mercados internacionais tem originado o aparecimento de redes de franchising dedicadas à compra, venda e avaliação de ouro. Em Portugal, existem mais de 200 lojas a operar sob a fórmula de franchising, distribuídas por 5 redes nacionais.
4 Jan 2011
O Governo acabou com o capital social mínimo de cinco mil euros para abrir uma empresa. A partir deste ano bastará um euro. Até agora, os sócios eram obrigados a depositar numa instituição bancária o montante do capital social com o valor mínimo de cinco mil euros. A nova legislação elimina a exigência de um capital social mínimo, deixando aos sócios a liberdade para o definirem de forma simbólica. Quer isto dizer que nada obsta a que o capital social escolhido seja de um euro. Para além disso, os sócios só terão que depositar o valor do capital social no final do primeiro ano do exercício económico, quando actualmente é obrigatório disponibilizar o dinheiro logo após a constituição da empresa.
Esta medida insere-se no “combate à burocracia e aos custos de contexto”, que vem no sentido do aprofundamento do SIMPLEX – Programa de Simplificação Administrativa e Legislativa. Na base desta mudança está a constatação de que “muitas pequenas empresas têm origem numa ideia de concretização simples, que não necessita de investimento inicial, por exemplo, numa actividade desenvolvida através da internet, a partir de casa”.
“O facto de ser obrigatória a disponibilização inicial de capital social impedia frequentemente potenciais empresários, muitas vezes jovens, sem recursos económicos próprios, de avançarem com o seu projecto empresarial”, salienta o diploma.
Existem, de facto, projectos de franchising (alguns deles low cost e possíveis de serem desenvolvidos a partir de casa) , cujo investimento exigido é inferior aos 5 000 euros que a lei impunha como capital social mínimo. A exigência de um capital social mínimo já tinha sido eliminada na Alemanha, França, Reino Unido, Estados Unidos da América e Japão, no seguimento de recomendações feitas pelo Banco Mundial.
3 Jan 2011
A elaboração de um Plano de Marketing, nesta era em que estamos cada vez mais conectados on line, é bem diferente de épocas anteriores. Merece pois leitura atenta o texto de Alberto Lázaro no seu blogue Sobre Franquicias. Twitter tem mais de 100 milhões de utilizadores e o Facebook já deve ter ultrapassado os 600 milhões. Além disso, sabemos que hoje os investidores e consumidores informam-se na Internet antes de contratar ou comprar: procuram na rede notícias sobre a empresa ou o produto pretendido, recolhem recomendações de amigos e até de desconhecidos, etc.
Quer tudo isto dizer que o esforço de marketing tradicional, focado em meios clássicos para captar público, deve ser alterado ou pelo menos conjugado com as novas formas de comunicar. Até porque esse espaço tradicional de captação está hipersaturado.
Hoje, quando o consumidor elege uma marca é porque provavelmente pesquisou sobre ela, visitou o site (e os da concorrência), e leu ainda as opiniões on line sobre a mesma. As marcas precisam de uma política de comunicação profissional e atenta. Não podem repetir o erro recente da Ensitel, proprietária de uma rede de lojas de telecomunicações, que permitiu que o diferendo com uma cliente insatisfeita resvalasse para as redes sociais, onde a marca tem sido enxovalhada. Foi mesmo criada pelos consumidores em fúria a página de Facebook Nunca mais compro nada na Ensitel, que em poucos dias agregou 7 000 “amigos” (and counting).
É verdade que hoje uma marca pode ser destruída ou pelo menos ver a sua reputação seriamente abalada na Internet. Mas também é verdade que pode ganhar com a sua presença nas redes sociais. Com a estratégia de marketing correcta, as marcas dispõem aí de um canal assaz importante para conquistar ou fidelizar clientes. Têm a oportunidade de conseguir que os internautas falem da marca, dos seus produtos ou serviços, ao seus amigos, influenciando assim um conjunto alargado de possíveis consumidores. Um utilizador de Facebook, por exemplo, tem em média 160 amigos. Isto produz um efeito viral. Se a marca comunicar directamente com 500 pessoas, pode conseguir só por efeito desta rede social que a mensagem chegue a cerca de 100 000 pessoas.
Porém, para que esta “fidelização” seja eficaz e rentável é preciso trabalhar as redes sociais de maneira profissional. Não há lugar para amadorismos ou “experimentações”. A própria linguagem recomendável tem características próprias. Se não houver uma política coerente e bem definida a sustentar a presença, mais vale que a marca não apareça nas redes sociais.
28 Dez 2010
Constitui já um hábito apresentar por esta época neste blogue as tendências de franchising para o ano seguinte. A crise segue o seu curso inexorável. Não vale a pena estimar cenários de optimismo injustificado. Mas podemos sempre dizer que o franchising oferece mesmo nestas alturas oportunidades que os negócios independentes não podem garantir.
As ideias que partilhámos aqui em 2008 e 2009 conservam ainda plena validade. Manter-se-á a tendência de crescimento dos negócios de baixo investimento, que captam a atenção de desempregados e facilitam a criação do próprio emprego. Entre estes negócios «low cost», irão surgir novos conceitos que podem ser desenvolvidos a partir de casa, numa lógica de aproximação do investimento ao capital disponível. Vários sectores que, até aos dias de hoje, não prescindiam da montagem de uma loja, vão permitir agora a instalação do negócio no próprio domicílio.
Não deixamos nunca de referir que as épocas como a actual são óptimas para a criação de novos conceitos de franchising. E entre estes, todos os que conseguirem descobrir novas oportunidades de crescimento e de lucro em mercados pouco explorados ou mesmo em sectores até agora inexistentes. É a famosa estratégia do blue ocean, magistralmente exposta por W. Chan Kim e Renée Mauborgne. Trata-se de descobrir zonas ou espaços inexplorados. Numa época como a actual, em vez de se insistir na divisão do (escasso) mercado e copiar os concorrentes, a estratégia certa passa por romper as fronteiras da competição em curso e dirigir o negócio para outras zonas. Os franchisadores devem estar atentos a estes aspectos.
Nos Estados Unidos, têm surgido nos últimos meses vários franchisings de restaurantes móveis, associados a marcas como a Taco Bell e a Sauca Foods. Em Portugal, país com tradição de “roulottes” de cachorros e bifanas, das festas populares às portas das discotecas, fará sentido formatar um negócio destes de modo profissional e rigoroso?
Por fim, vale a pena registar que os negócios da “moda” irão manter-se em alta. O universo do franchising procede por vagas. Em dois ou três lustros, tivemos a moda das lavandarias, depois as imobiliárias, a seguir as consultoras financeiras, e agora emergem com fulgor os conceitos de estética, compra e venda de ouro, e energias renováveis.
23 Dez 2010
O Blogue do Franchising deseja a todos os seus leitores um Feliz Natal. Antes do fim do ano, como é já habitual, exporemos aqui as tendências e os rumos que, em nossa opinião, o universo do franchising irá trilhar em 2011.
6 Dez 2010
A Trema, empresa de consultoria de franchising, apresentou a edição angolana do seu portal GoFranchising. A partir de agora, no endereço gofranchising.co.ao ,está disponível um directório de marcas a operar naquele território africano, para além de notícias, reportagens, artigos de opinião e vídeos sobre o mundo dos negócios e, em especial, do franchising.
Esta aposta da Trema fica a dever-se a várias razões. Antes de mais, o franchising é uma fórmula comercial em franca expansão em Angola, país que regista também um dos maiores crescimentos na taxa de utilização de Internet. Para além disso, a Trema tem prestado desde o início do corrente ano alguns serviços de consultoria de franchising em Angola, quer a marcas portuguesas que se pretendem implantar naquele país, quer a empresas angolanas que se começam agora a expandir sob o modelo de franchising.
O portal GoFranchising Angola terá redacção própria, em Luanda, e pode constituir-se como a porta de entrada naquele mercado para várias marcas nacionais.
23 Nov 2010
A 2.ª edição do Franchise Friday vai realizar-se a 26 de Novembro, em Madrid. Trata-se de uma iniciativa bem meritória, que congrega vários profissionais de franchising em torno de questões importantes.
Na conjuntura actual, a diminuição das vendas afecta vários negócios e sectores. Certos franchisadores, no seu afã de auxiliar os franchisados e incrementar as vendas, criam novas linhas de negócio ainda não suficientemente testadas e que desvirtuam o próprio conceito inicial da marca. Outros concentram-se na sobrevivência das unidades próprias, descurando o apoio à rede de franchisados. Outros ainda vêem, com clareza, que o seu conceito navegava apenas em “maré alta”, sendo incapaz de vogar no momento actual. Em todos estes casos, e em muitos outros, surge o conflito entre franchisador e franchisado. A apresentação de Josan García neste Franchise Friday irá versar precisamente o problema da conflitualidade em franchising.
Alberto Lázaro, por seu lado, irá continuar o tema iniciado na edição inaugural: como podem as marcas aproveitar as redes sociais, para conquistar franchisados e fidelizar clientes. Esta edição contará ainda com a intervenção de James Chart, director da Lodge Service SGS Espanha, empresa especializada na prestação de serviços a redes comerciais.
22 Nov 2010
A Segurtime decidiu expandir-se sob a fórmula de franchising. A empresa, originária da Região Centro, detém agências abertas na zona de Leiria e uma vasta experiência no sector da mediação de seguros. É este know how que a marca se propõe agora franchisar.
A Segurtime vai oferecer uma solução fácil para que os potenciais investidores possam explorar uma loja de seguros, com procedimentos inovadores e alguns serviços essenciais centralizados na sede, estando os franchisados isentos de royalties e taxas de publicidade. Entre outras vantagens, a Segurtime disponibiliza produtos únicos e inovadores, que resultam da experiência conjunta de vários anos com as principais companhias seguradoras.
Aos seus franchisados, a Segurtime oferece formação inicial e contínua, apoio permanente, software próprio para a actividade e centralização das principais tarefas administrativas.
Segundo Paulo Pinheiro, responsável pela marca, “a mediação de seguros é um dos negócios que mais vão crescer no futuro, apresentando já boas perspectivas de rentabilidade.” Para alcançar o sucesso, Paulo Pinheiro declara que é preciso “trabalhar de modo profissional, dominando as melhores técnicas comerciais e seguradoras.”
O processo de formatação da marca foi assegurado pela Trema, empresa especializada em consultoria de franchising. O investimento necessário para abrir uma loja Segurtime em regime chave na mão é de 25 mil euros, já com os direitos de entrada incluídos.
15 Nov 2010
De hoje até 21 de Novembro, decorre em Portugal e em mais 100 países a Semana Global do Empreendedorismo. Durante 7 dias, centenas de empresas nacionais, muitos convidados e milhares de participantes vão poder trocar ideias, experiências e visões em diversos eventos e actividades.
A Semana Global do Empreendedorismo é uma iniciativa lançada pela Kauffman Foundation, instituição que trabalha para disseminar o espírito empreendedor.